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Diário Grande Caverna - Narrativa diária de uma exploradora...

Texto por: Lorna Dannan.

05.03.2010. Na terra dos cogumelos.

Depois de apreciar a paisagem do Relto, decidi que era hora de começar a jornada pelos Quatro Pilares, ir nas Eras, as quais eu já conhecia. Talvez parte de minha experiência anterior poderia ser aproveitada nesta parte da exploração. Rumei para frente da cabana e fiquei olhando para os Pilares, escolhi o mais próximo a direita, era o que dava passagem para Teledahn, a terra dos cogumelos gigantes. Aproximei-me do Pilar e cliquei na mão entalhada, ela brilhou na característica cor laranja e o nicho inferior abriu mostrando o Livro de Ligação. Cliquei sobre a imagem do interior da casinha e segui em frente.

Olhei com atenção o interior da casinha, ela parecia um lugar de conto de fadas, nada estava diferente, os mesmos objetos e o alçapão no centro do aposento. Nada poderia ser feito naquele lugar naquele momento. Sai da casa e dei uma volta completa pela passadiça de metal até encontrar o Primeiro Tecido de Jornada, atrás da construção, rapidamente cliquei nele. Depois segui para a frente da casinha, peguei a passadiça externa e rumei em direção a saída, para ver a paisagem insólita daquele lugar.

Segui pela passadiça, tomando a trilha da direita, subi por uma pequena rampa até chegar a um mecanismo intricado. Aqui é onde a energia de Teledahn é gerada, tudo através do sol, energia captada por uma grande antena em forma de guarda-chuva. Para acioná-la não é complicado. Rumei para o dispositivo da direita, que possuía um enorme botão amarelo no topo. Neste botão eu podia ler o número três D'ni, o que significava que eu deveria apertar três vezes o mecanismo para ele começar a funcionar. Foi isso que fiz.

Na terceira vez que apertei a antena foi acionada, liberando o captador em forma de guarda-chuva, mas nada se moveu, porque eu ainda precisava alinhar o mecanismo na direção do sol. Dei a volta no mecanismo até chegar a um dispositivo similar a um telescópio. Cliquei nele uma vez e uma tela de comando apareceu.

Havia uma alça verde de metal a esquerda, para mover o telescópio para a esquerda e deixá-lo mais veloz. Uma alça para a direita, para movê-lo para a direita. Ela também servia para frear a velocidade do comando a esquerda. Por exemplo, se eu clicar duas vezes na alça esquerda o mecanismo irá mais rápido para este lado, mas ao clicar para a direita uma vez a velocidade diminui, então eu devia combinar os apertos para poder alinhar o sol bem no centro da tela. Em baixo havia duas alças, a alça de cima leva o mecanismo para cima e a de baixo trava os comandos da alça de cima. Pronto, fui apertando as alças até conseguir encontrar o sol, depois ajustei a velocidade com as alças laterais e o telescópio seguiu o sol em sua trajetória. Todo o sistema de força começou a funcionar...

Depois segui para as três alavancas no topo das platibandas do mecanismo de força, a que apontava para o mar, foi destravada, a que apontava para o grande cogumelo, onde estava a casinha, também destravou, mas a que apontava para a passadiça a direita, ficou presa. Então eu trabalharia apenas com dois terços da transmissão de energia.

Agora era necessário chegar ao segundo andar do grande cogumelo, onde estava a casinha. Desci pela passadiça de metal e tomei o caminho da esquerda. Andei até o final da passadiça e encontrei uma alavanca. Esta alavanca aciona o movimento dos baldes de metal, estes baldes eram utilizados para carregar os esporos dos cogumelos para a área de manufatura. Então não será uma tarefa muito fácil chegar no segundo andar do grande cogumelo. Eu precisei ter uma dose dupla de paciência. Empurrei a alavanca para trás e um som compassado surgiu, eu tinha poucos segundos para clicar sobre a borda do balde a minha frente. Desci correndo as escadas a esquerda e rumei para o balde de metal, depois cliquei sobre a borda e pulei para dentro dele, pronto minha jornada para cima começou.

Foi uma viagem rápida dentro do balde até chegar no segundo andar, a área de manufatura, então de uma outra para outra o balde parou e eu cai em cima de uma grade, abaixo da grade havia um enorme ventilador que sugou os restos de esporos. Fiquei de pé e segui até a área central, lá pude ver o Segundo Tecido de Jornada, no meio de duas aberturas, cada uma tinha um telescópio. Cliquei sobre o tecido e mais uma parte da espiral brilhou. Depois dei uma boa olhada no local e nos telescópios, tudo parecia igual a antes.

Depois fui em direção a mesa de controle. Foi fácil identificar, um balcão semi-circular perto do elevador. Sentei na frente do painel, desliguei o vai e vem dos baldes no botão em forma de seta a esquerda, puxei a manopla central, que indicava que o nível de água abaixo da casinha, no térreo do grande cogumelo, estava baixando, dá para ver uma pequena seta movendo-se até a parte inferior. Quando o nível ficou mínimo e a manopla voltou para o lugar, apertei o botão em forma de seta da direita e abri o alçapão no centro da casinha, era fácil saber, pois a luz vermelha ascendeu. Pronto, agora podia ir até o terceiro andar.

Depois sai do painel e fui em direção ao elevador. Pisei no pedal a direita e liberei a trava de segurança. Agora bastava ir para cima. Entrei no elevador e apertei o botão azul.

Cheguei no terceiro andar do grande cogumelo, este aposento é muito especial, pois possui diversas pistas para a exploração continuar, sem falar na trilha sonora, belíssima. Sai do elevador e rumei para a área maior, próximo a janela estava o Terceiro Tecido de Jornada. Cliquei sobre ele. Depois abri as janelas usando a manopla perto da foto do jovem rapaz. Em seguida dei uma boa olhada no aposento que era usado por Douglas Sharper.

Aproximei-me do banco na frente da mesa e cliquei sobre ele, agora eu tinha uma visão detalhada dos papeis em cima da mesa. Todos estavam lá da mesma forma que eu lembrava. As instruções para o aquário, os desenhos da Shroomie e o mapa de bandejas na área da prisão. Lugar horripilante. Tentei memorizar os números das bandejas, pois elas seriam importantíssimas para mim.

Depois fui em direção ao aquário. Do lado esquerdo havia um pedestal para o Nexus, isso não estava aqui antes. Depois fui em direção a caixa do aquário, havia muitos pedaços de isopor, entre eles encontrei uma Página do Relto, era um novo telhado para minha cabana. Cliquei sobre ele e o desenho ficou brilhante. Em seguida fiquei de frente para o aquário. Cliquei no botão vermelho superior e fiquei segurando o mesmo durante três segundos. Pronto, deixei o aquário trabalhar...

Depois de poucos segundos um nicho apareceu na parte debaixo do aquário, como as instruções enviadas para Sharper indicavam. Lá estava um Livro de Ligação para a Cidade de Ae'Gura, especificamente para um local acima da praça central, chamado de Escritório do Barão. Creio que possui este nome, devido uma foto de caçada que está a direita da mesa principal do aposento, há um homem acompanhado de outros mostrando um tigre ou algo assim... Não perdi tempo, cliquei sobre a imagem e segui viagem.

Ah... Eu adoro este lugar, a música é divina e o ambiente é tão pacífico. Na primeira sala há três quadros de Teledahn e também um pedestal, com um Livro de Ligação direto para o segundo andar do grande cogumelo. Então Sharper tinha uma ligação direta com Teledahn por aqui.

No outro aposento há uma grande mesa, nela havia diários escritos por Sharper e um grande mapa de Teledahn. Fui até lá para ver o que tinha agora.

Na mesa o de sempre, mas o diário estava vazio. Nada de instruções...Nada de coordenadas para o Grande Eixo... Mas como eu iria chegar lá? Não sei ainda.

Em seguida sai da mesa e fui para a pequena abertura a direita, onde estava o telescópio. Cliquei sobre ele e movimentei a lente usando o lado direito do meu mouse, pude ver o telhado de Tokotah e a ponte sobre o cânion, muito bonito...

Depois cliquei sobre a Pedra Bahro que estava a minha esquerda. Havia um símbolo novo entalhado na pedra, duas mãos, o mesmo símbolo que estava na contra capa de alguns Livros de Ligação, isso significava que eu poderia partilhar esta ligação com um colega de jornada. Interessante. Haverá outras como esta durante toda a jornada. Por que estas pedras estão por aí... Ninguém sabe, elas são das criaturas e somente elas sabem o porque. Creio que há alguma lógica nisso, mas muitas destas Pedras Bahro, não levam a lugar algum. Como no caso desta que leva a um ponto sem saída no meio do lago em Teledahn...

De qualquer forma a paisagem é bonita, e dá para ver o mar lá longe, quem sabe com sorte dá até para ver a Shroomie...

Voltei para o Relto e cliquei sobre a imagem do Livro de Ligação para Teledahn, voltei para a bela casinha e depois cliquei sobre o botão vermelho do alçapão para abrí-lo. Pronto, desci pela escada e cheguei na área subterrânea do grande cogumelo. Depois segui para a próxima escada e continuei descendo até chegar no fundo do sistema de drenagem. Andei pelo grande cano, este lugar é horripilante, passei pelos desenhos e então vi o buraco a direita, estava perto da prisão.

Passei pelo buraco subi a escadaria de pedra e olhei para dentro da caverna. Bem na minha direita estava o Quarto Tecido de Jornada, cliquei sobre ele para marcar minha posição. E observei o cenário. Tudo parecia igual e assustador. O som do vento passando pela caverna é de arrepiar.

Fiz uma correlação com o mapa que tinha visto na mesa de Sharper e fui até a porta da cela para ver as tabuletas. Elas continuavam iguais, as de número 2,4,6 e 7 estavam levantadas, ou seja, estavam com o lado amarelo aparecendo. Eram nestas bandejas que eu deveria por pesos para poder abrir as portas. Tive que usar da paciência até conseguir arrastar as pedras para cima das bandejas, mas quando consegui, as portas se abriram.

Entrei na cela e sabia que precisava seguir adiante, então precisava fechar as duas portas iniciais para abrir a porta do fundo. Vi mais um item diferente, uma das luzes do calendário do Relto, então era isso! As luzes seriam um bônus, jóia! Também vi o nicho na parede da esquerda com o Livro para o Relto do Phil. Bem iria para lá depois, meu objetivo agora era alcançar a Caverna Bahro.

Mexi nas tabuletas, baixei todas com exceção da 2, esta era a mais próxima da porta a direita, de quem entra na prisão, e seria mais fácil deixar a pedra nela, quando eu tivesse que voltar para este lugar. Não gostava muito de vir aqui, ver as correntes penduradas no teto e as condições do lugar me davam arrepios.

A porta do fundo abriu e o nicho para o Livro de Ligação do Relto do Phil fechou. Passei pela porta e vi a luz do calendário, mas como capturá-la? Toquei nela e descobri que apenas precisava passar por ela para que o Livro do Relto piscasse. Pronto possivelmente a luz já estava no meu Relto.

Segui pelo túnel até chegar ao ar livre. Uma bela paisagem me aguardava, eu gostava de olhar estes cogumelos. Depois desci pela escada de bambu e segui a trilha até encontrar uma rampa meio aberta. Corri, pulei e bati contra ela até ela ceder, então empurrei a alavanca a minha esquerda para ela descer totalmente. Pronto agora eu tinha o caminho livre até a área das docas.

Segui adiante e subi a escadaria de pedra, olhei o horizonte e tudo parecia igual, fui em direção aos caixotes e pulei sobre eles, pulei para passar por cima do vão da porta e cheguei do outro lado, onde eu vi o Quinto Tecido de Jornada, cliquei sobre ele. Olhei para cima e vi a escada para o segundo andar levantada, eu tinha que descê-la para chegar ao segundo andar do cogumelo da doca. Pulei em direção a porta e a abri. Entrei em uma grande sala. Subi as escadas de metal e entrei na caverna...

Andei alguns metros e vi a minha esquerda o Sexto Tecido de Jornada, em frente dele havia uma lâmpada piscante com o símbolo dos Mantenedores. Do outro lado estava a porta que me levaria até a Caverna Bahro, contudo primeiro eu precisava tocar em um último tecido.

Segui pelo túnel ao lado do Tecido de Jornada e cheguei em uma nova área de passadiça de metal. Desci as escadas até encontrar um dispositivo de tiro, uma espécie de canhão. Meu objetivo é destruir alguns contra-pesos na área das docas para poder descer a escada que me levará até o segundo andar.

Cliquei sobre o dispositivo, que lembrava muito o telescópio do captador de energia solar, e vi um painel de comando.

O sistema é bem parecido. Com a alça da esquerda movo a tela para esquerda, com a alça da direita movo a tela para a direita. As alças inferiores movem o dispositivo para cima e para baixo, o botão branco a direita aumenta e diminui o foco e por fim o botão azul piscante na parte superior, é o gatilho de tiro. Optei pelas duas rochas a direita, perto de uma bem grandona, quando elas espatifaram a escada foi solta. Agora sim eu podia ir até o segundo andar do cogumelo da doca.

Sai da área das passadiças de metal, sem conseguir ver a Shroomie, entrei na caverna, passei pela frente da entrada da Caverna Bahro, passei pela porta da sala das docas e rumei para a parte externa. Subi pelos caixotes, passei pelo Tecido de Jornada e subi a escada. Cheguei em um cômodo com mesas, mapas e caixas. Olhei a direita, perto da mesa com a balança e cliquei no Sétimo Tecido de Jornada. Pronto todos estavam marcados.

Olhei para alguns caixotes perto da mesa com o mapa e vi uma camiseta tai-dai, rapidamente cliquei sobre ela e a vesti. Legal. Agora fui em direção a uma saída interna, desci por uma escada meio estreita e encontrei um beco sem saída. Fiquei tateando pelos contornos do que parecia ser uma porta e ela abriu. Sai novamente na sala inferior, próximo ao balcão de metal que dava acesso a porta da caverna. Do meu lado direito havia muitas caixas. Naquela direção eu ia encontrar outra Pedra Bahro.

Decidi continuar, mas em breve eu voltaria aqui. Segui para a escada de metal, subi até a porta da caverna e entrei na mesma. Andei até a entrada da Caverna Bahro e toquei na mão central. Este lugar na verdade tratava-se de uma área de transferência, por que ela tinha esta porta toda trabalhada em metal era um mistério para mim, mas andei meditando a respeito, talvez tenha sido um local de segurança, o que quer dizer que nem todos tinham acesso a este lugar, talvez por ser Bahro era proibido... Bem isso é apenas uma especulação. Entrei na caverna escura, ouvi os sons estranhos e desapareci.

Novamente estava na Caverna Bahro, a caverna azul, ouvi o som da mensagem de Yeesha falando dos terríveis fatos ocorridos em Teledahn, lutas e trabalho escravo. Anotei o símbolo que estava no chão e cliquei na mão da parede. O Pilar brilhante explodiu em luzes multicoloridas e eu me joguei no campo de estrelas. Voltei para o Relto.

Cheguei e vi coisas diferentes... O diário descritivo sobre cada uma das Eras estava na prateleira da direita. E na prateleira da esquerda estava o livro para Teledahn, no oitavo nicho da esquerda para a direita.

Fui para a parte externa da cabana e vi a luz de Teledahn no calendário, ela tinha o número nove D'ni esculpida em um receptáculo de pedra. Muito bonito.

Na frente do abismo eu vi outra coisa nova, uma espécie de poço, na verdade um círculo de pedra, acho que ele já estava lá quando comecei, mas não tinha notado. Em cima do círculo estava uma pedra semi-circular, com o símbolo da mão pintado em dourado e outros símbolos que não identifiquei, acredito que sejam Bahro, pois ela surgiu depois que passei pela Caverna Bahro, o desenho da parte de cima me lembrava um Livro de Ligação, quem sabe no futuro irei entender o objetivo disso.


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